A primeira dúvida da humanidade foi resolvida no “cara ou coroa”, já que o homem não sabia se pedia ou não uma companhia para Deus.
A segunda pendência foi resolvida no “par ou ímpar”, quando Adão e Eva disputaram, as escondidas, quem comeria a maçã.
O “zerinho ou um” surgiu de uma demanda maior. O impasse surgiu quando em assembléia, Caim, Abel, Adão e Eva, decidiram quem deveria ser o primeiro humano a morrer na terra.
Essa é a linha evolutiva da democracia do acaso, que segundo os gregos antigos é a única forma de atingir a total imparcialidade frente às incertezas.
A dúvida é filha da humanidade. E, cá para nós, tem pendengas que apenas a sorte pode resolver
Guilherme Claudino – Barão de Frei Eustáquio





Imaginei que eleições o deixaria inspirado
Não imaginei que seria tanta inspiração
Parabéns pelo texto!
E um brinde ao acaso!
Boa sorte!
Parabéns, Gui! Gostei muito do texto, mas nao tenho palavras suficientes para comentar! Apenas.. sucesso!
rsrrsrs ai ai me perco neste blog, ainda com tanta coisa a estudar. Mt bom o texto adorei.