O acaso democrático

29 09 2010


A primeira dúvida da humanidade foi resolvida no “cara ou coroa”, já que o homem não sabia se pedia ou não uma companhia para Deus.

A segunda pendência foi resolvida no “par ou ímpar”, quando Adão e Eva disputaram, as escondidas, quem comeria a maçã.

O “zerinho ou um” surgiu de uma demanda maior. O impasse surgiu quando em assembléia, Caim, Abel, Adão e Eva, decidiram quem deveria ser o primeiro humano a morrer na terra.

Essa é a linha evolutiva da democracia do acaso, que segundo os gregos antigos é a única forma de atingir a total imparcialidade frente às incertezas.

A dúvida é filha da humanidade. E, cá para nós, tem pendengas que apenas a sorte pode resolver

Guilherme Claudino – Barão de Frei Eustáquio

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3 responses

5 10 2010
Nayara

Imaginei que eleições o deixaria inspirado
Não imaginei que seria tanta inspiração
Parabéns pelo texto!
E um brinde ao acaso!
Boa sorte!

13 10 2010
Flávia

Parabéns, Gui! Gostei muito do texto, mas nao tenho palavras suficientes para comentar! Apenas.. sucesso!

27 11 2010
nana Andrade

rsrrsrs ai ai me perco neste blog, ainda com tanta coisa a estudar. Mt bom o texto adorei.

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