Ao Efêmero

3 10 2010

Se eu não voltar, avise meus amigos que encontrei a resposta para a vida [se a entenderei, já é outra coisa]. Doe tudo o que era meu [se fossem minhas teriam partido comigo]. Ao meu sangue, faço questão que peça uma lembrança [aprendi com eles a contar histórias – mas se rir demais tenha certeza que é exagero!]. Ao mundo: demonstre minha gratidão e respeito [do Sul de Minas, o mar é sempre poesia]. Ao povo, divida com eles a luta contra a indiferença [você encontrará outros como nós – acredite, eles existem]. Aos nossos inimigos, não esqueça de mandá-los todos à merda [com todas as letras].

Nos encontramos no infinito.

André Paravizo

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6 responses

13 10 2010
Flávia

Faz sentido.. Bom texto André. Parabéns!

19 10 2010
Guilherme

Com a maestria da estrela solitária…Muito bom o texto..

26 10 2010
Nayara

ao infinito e além!

28 10 2010
Felipe Ferreira

Que tal mandá-los à Lavras?

29 10 2010
Diego Ingran

Encontrando a resposta, volte. Compartilhe-a. Estamos numa busca e não cessa o desejo de uma outra ordem. A efemeridade é tentadora. E, precisamos de você!

Aproveitando o ensejo de um bom texto, um forte abraço rapah!

27 11 2010
nana Andrade

Que texto lindo!!!!

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