Quem somos

Que fique claro: esta página nasceu em uma mesa de bar. Porém, como uma boa música, percorreu cafés, restaurantes, balcões, e-mails, comunicadores instantâneos, churrascos, copos e, ironicamente, por pouco não virou mesmo canção. A vontade de publicar idéias, conversas e outras formas particulares de expressão, sempre foi desejo dos ocupantes destas cadeiras. Sabendo que, muitas vezes, o anonimato pode condenar pensamentos e soluções preciosas ao vácuo, nos questionávamos o porquê de não compartilhar as manifestações que nos levavam ao riso, ao silêncio e, claro, ao escárnio. Em uma roda de amigos, a democracia pode parecer algo inviolável – mas quem disse que não somos tiranos, passivos, mentirosos e injustos? Quantas vezes censuramos o outro, achando que podemos ganhar a atenção dos demais? Quantas vezes evitamos dizer o que pensamos?

E é esta a razão de existir deste blog: queremos, aqui, estender aquele papo que se vai quando a cerveja acaba; quando o dinheiro se esgota; o celular nos chama para o mundo [ir]real; ou, infelizmente, no momento em que o dono do estabelecimento nos avisa que precisa fechar.

Pretendemos, a cada dia, com seu respectivo responsável, apresentar individualmente nossas idéias. Assim, poderemos, quem sabe, resolver outro problema: aproximar-nos – já que cada um, com seus motivos, vai seguindo, em função do próprio caminho, estradas bem diferentes…

Bem-vindo!

Café Bossa Nova 

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A Semana no Bossa Nova

 

Biografia e agenda daqueles que colocam a cara a tapa por aqui:

Segunda

Nayara Noronha. Talvez seja aquela que não mede o tamanho da própria sinceridade. Gosta da simplicidade e de um bom café. Procura a verdade e só quer estar em paz. Na dúvida, fica com os sentimentos. Afinal, antes de tudo, isso é só um talvez!

Terça

Maria. Advogada, professora e escritora medíocre de blog nas horas vagas. Vascaína. Petropolitana. E como tal, antipática, muito antipática.

Quarta

Guilherme Claudino. Amante das ciências e das artes em geral. Historiador por hobby e profissão. Viciado em café e paçoquinha. Acredita que o escrever é uma terapia que pode mudar a si mesmo e as outras pessoas. Mais conhecido como o Barão de Frei Eustáquio.

Domingo

Marcelo Claudino. Em suas palavras: “sou feito da carne, da poeira do tempo e da minha consciência”.

Rafael Senra. Estudante do mundo, mas por protocolo, diz ser das letras. Brinca de desenhar e tocar música, mas sabe que brincadeira é coisa séria! Toma tererê no calor, chimarrão no frio, e onde ele mora é (literalmente) segredo. Cidadão honorário de pasárgada.

André Paravizo. Com muito orgulho, apenas mais um latino-americano…

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Procura-se

Egon Zukuska. Alguém que se horrorizou quando soube que os pardais tem mais vértebras no pescoço que as girafas.

Emanuela Quelis. Prefere ser chamada de Manu. Professora. Mineira em São Paulo. Já encontrou o grande amor da sua vida e as delícias e loucuras de ser mãe. Gosta de chocolate e cantar no chuveiro.

Felipe Ferreira. Administrador por escolha e mochileiro por opção. Aquele que acredita no impossível e sempre sonha por inteiro. Amante da liberdade e plantador de árvores. Criativo por natureza e curioso desde a infância: “esta é minha vida, este é meu clube”.

Marcos Vinícios Almeida. Romancista: autor do livro Inércia (Multifoco-RJ) e contista premiado e selecionado em antologias; editor do selo Terceira Margem; ex-cachaceiro; ex-anarquista; ex-Petista; ex-boêmio; livros e músicas; amor e sexo, são as coisas que mais o fascinam (não necessariamente nessa ordem).

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